Lost In Princípe Real, Lisboa

A entrada da pizzaria Zero Zero é um deleite e para verdadeiros apreciadores de comida italiana, com uma pequena charcutaria com queijos e enchidos. Tem uma das nossas esplanadas preferidas na cidade, mas muito antes de lá chegar, já ficamos de água na boca. Para o arranque, houve a ajuda de Joana Limão, cara do site Lemonaid, responsável por receitas saudáveis e conscientes, com quem Laiza Xavier partilhou cozinha no Naked. Abriu há seis anos, mas têm sido várias as mudanças na cozinha desde então.

Criado um dos ambientes mais femininos de Lisboa, Amélia selecciona a moda que melhor assenta no espaço, mistura-a com os seus acessórios e peças de design únicas. Eis os pratos do dia deste novo restaurantes principe real restaurante – que nasceu no lugar do antigo Pesca, de Diogo Noronha –, sempre disponíveis ao almoço e ao jantar com o preço único de 12€. O menu é suficientemente grande e completo para dar a conhecer melhor os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano, com a maior parte das receitas tiradas directamente do livro da avó de Tarek Mabsout, o dono. A segunda casa veste-se de rosa millennial, que nem casa de bonecas, e tem uma montra catita sempre com as novidades da marca. E é ela também a responsável por cada nova criação artesanal da casa, feitos com o melhor do chocolate com 70% a 100% de cacau proveniente de países como a Bolívia, a República Dominicana e a Venezuela.

Paragens obrigatórias na Rua da Escola Politécnica

No caso do Sumaya, a história foge ao típico restaurante de família de imigrantes sem outro rendimento, como eram os de Paris. Mas a cozinha da região do Crescente Fértil, onde estão a Síria, a Jordânia e o Líbano, tem outra elegância e complexidade. Na altura, final dos anos 90, a cozinha libanesa era muito procurada entre a comunidade intelectual de Saint-Germain-des-Prés, igualmente tesa. Descubra mais sobre o nosso restaurante Um autêntico oásis, perfeito para relaxar na melhor companhia, o seu refúgio zen em Lisboa. Localizado no coração do Príncipe Real, encontra um jardim com esplanada e um terraço interior com vista privilegiada da cidade.

Uma das melhores coisas do Coyo Taco é ficar na rua a beber margaritas e a ver as pessoas passar. O Sumaya, que abre a 14 de setembro, é um restaurante de comida libanesa e pertence ao grupo Atalho, que conta já com três restaurantes em Lisboa e todos eles a ter a carne como ingrediente principal dos pratos. O novo restaurante do Olivier, no Rato, tem uma carta que nos traz o melhor do mar português. O El Clandestino junta a cozinha mexicana e peruana num espaço cheio de pinta, com bebidas muito boas.

Café Príncipe Real

  • Não por ter dúvidas na qualidade do que serve, porque aí sabe bem o que está a ser feito na cozinha, mas antes porque não quer ter amarras.
  • Este novo restaurante do Príncipe Real, dos mesmos sócios do Pão à Mesa, serve brunch todos os dias até às 17.00 e tem quatro cartas de gastronomias diferentes para os jantares.
  • Há pratos compostos, mas também petiscos rápidos e várias saladas.
  • Traga os amigos, relaxe e deixe-se envolver pela música ao vivo enquanto desfruta da melhor vista da cidade.Nos domingos de primavera, a magia está no ar.
  • Há um novo restaurante no Príncipe Real que serve comida internacional e é um três em um, com zona de bar, cozinha aberta com balcão para comer à frente do chef, e esplanada interior.

Fernão Gonçalves é o responsável pela carta de cocktails. Todas as semanas há cerca mais de dez vinhos diferentes a copo e as garrafas também estão disponíveis para levar para casa. Chama-se Black Sheep e tem espaço suficiente para caberem mais de uma centena de referências de vinhos de produtores nacionais independentes – ovelhas negras do negócio, chamemos-lhe assim.

The Bar

Com a pandemia, o restaurante, de ambiente moderno e sofisticado, ganhou uma esplanada acolhedora, que se mantém até agora. O restaurante é despretensioso e simples, mas quem aqui vem, vem para comer bem. Para picar, há entradas gulosas como as almôndegas. A carta de cocktails é grande e tem sugestões fora da caixa como o popping lolo, com gin, licor de flor de sabugueiro e peta zetas.

Além dos elementos que fazem dele um dos espaços da Lojas com História, foi também criado uma vitrine com garrafas antigas que estavam espalhadas por todo o restaurante. Tem 29 anos e já passou por vários espaços em Portugal, como o Claro, do chef Vítor Claro, o Tágide e o Fortaleza do Guincho. “Quisemos transformar os mais possível os pratos, para não os tornar tão pesados”, explica à NiT Mateus Freire, o chef do novo Faz Frio. Encontram-se na carta com os pratos do dia e são sugestões que ficam também disponíveis aos jantares. A cozinha e as casas de banho estavam muito degradadas.

Eu estou em crer que levava, mas isso em nada desprestigia esta sobremesa sublime,
com cobertura de pistáchio e amêndoa – uma das melhores coisas que se pode comer na casa. Eis então que chegam à cidade não um, mas vários restaurantes libaneses. A nova dinastia da restauração lisboeta instalou-se aqui e as novidades sucedem-se – grande parte delas com grandes janelas e balcões virados para a rua para que possa aproveitar o melhor da zona.

Tudo isto feito com peixe que chega ao restaurante fresco todos os dias, claro. Um espaço super kitsch, uma esplanada fabulosa e uma relação preço-qualidade muito acima da média. O espaço é pequeno, por isso reservem antes de ir. Um restaurante para visitar várias vezes, para provar tudo!

Como seria de esperar num restaurante do género, não falham os pratos frescos como o sashimi de turbot ou o ceviche de lírio. A carta também teve direito a um upgrade pela chef Joana Duarte, que passou pelo Tapisco como sous-chef. Se a esplanada continua igual a sempre, lá dentro mudou tudo, estando o espaço agora mais funcional (finalmente há ligação entre café e restaurante) e moderno. O espaço é pequeno, mas é sempre possível encomendar para casa, havendo até a possibilidade de os comprar congelados. É um clássico de Lisboa com uma vista para a cidade difícil de bater, o que faz do La Paparrucha, além de um bom restaurante, um miradouro de luxo. A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver, das massas às pizzas.

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